Arquivo da tag: Reflexão

Simples, porém importante

por do solAo final do dia (ou da semana), é importante sairmos do piloto automático e refletirmos um pouco sobre o nosso trabalho e carreira. Às vezes estamos tão atarefados que esquecemos de olhar para a frente. Pensar um pouco no futuro. Avaliar como estamos.

Uma fórmula simples – e talvez por isso muito inteligente – é fazer duas perguntinhas básicas. Eu não inventei, mas acho extraordinária a força que essas duas reflexões provocam na gente. Tanto é que a faço constantemente.

Vamos lá:

Estou saindo melhor do que quando entrei?

A minha empresa está melhor agora do que quando entrei?

Você pode muito bem substituir empresa por cliente, interlocutor, paciente, aluno (e aí pode ser até no plural). Mas essa medida subjetiva, meio que intuitiva é a que lhe dá a temperatura de seu progresso.

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Explicando em mais detalhes as Gerações Brasileiras

A seguir deixo com vocês o video em lousa branca com uma breve introdução ao tema das Gerações. Iniciamos trabalhando três questões básicas:

1. Qual o significado de Geração?

2. Quais são as Gerações Brasileiras?

3. Como se explica a juventude hoje?

Aproveito para dar uma pitada no viés muito comum no cenário brasileiro, de se aceitar acriticamente os termos e as descrições das gerações na sociedade americana (Generation Babyboomer, X, Y …)

O link para o video no Youtube é este aqui.

VideoGB

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Sua carreira vai mudar!

Mudanças (próxima saída)

Hoje teremos um evento no Open Coffee que acima de tudo pretende provocar reflexão a respeito do ambiente de trabalho, das funções profissionais, do tipo de relacionamento que vai orientar a vida do empregado-colaborador, e a importância de uma postura inovadora para o individuo.

Isso quer dizer que definitivamente a sua carreira vai mudar!

Senhoras e Senhores, apertem os cintos. Se preparem para a montanha russa no mercado de trabalho.

A evolução e a transformação que toma conta das Empresas, afetará as carreiras em dois eixos chaves, resultando num quadrante: 1) O que será eliminado; 2) O que será substituido; 3) O que será incrementado; e 4) O que será criado de novo. Amanhã volto compartilhando mais acerca desta discussão.

Vamos iniciar a discussão com um gancho interessante para o Mercado Imobiliário – mas os princípios poderão ser aplicados de maneira abrangente.

 

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Gestão e coisas que o dinheiro não compra

Incentivos não se transformam em motivação

Realmente tem coisas que o dinheiro não compra. E, em se tratando da gestão moderna, o princípio é mais do que aplicável nestas eras de grandes transformações. Foi-se o tempo em que alguns valores poderiam ser deixados no ponto do ônibus ou guardados no armário do vestiário, antes de iniciar a jornada de trabalho.

Algumas coisas – essenciais, tais como lealdade, motivação, comprometimento e dedicação – não se garante através de ações externas (pagando com grana, por exemplo). O colaborador deve se voluntariar nessas qualidades, ou nada feito. Em poucas palavras: depende da sua vontade e não tem como exigir.

“Por que sempre que peço um par de mãos, o cérebro vem junto?” Henry Ford

A principal razão pela qual a Gestão – dita moderna – tem que ser reinventada é que a prática trazida dos últimos cem anos, sempre considerou esse tipo de preocupação uma besteira. O próprio Henry Ford queria tão somente um par de mãos – nada de cérebro, e muito menos de coração.

Hoje essa preocupação é nuclear: a empresa ter sua equipe alinhada e integrada aos mais distintos valores da missão e da visão de futuro. E isso é um processo endógeno – vem de dentro para fora. Por isso há coisas na Gestão que o dinheiro não compra!

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Como desatar um falso nó (2)

Pode levar tempo, mas o falso um dia é desmascarado

Sabemos que é impossível criar uma doutrina de abordagem relevante e equilibrada do tema das Gerações, simplesmente pelo pinçar de textos de autores estrangeiros. Estes bem podem ser especialistas em suas culturas e no entendimento de suas gentes – diferentes grupos etários, diferentes tribos, influências e influenciadores … Mas isso serve para a realidade deles. Daí que pergunto:

E a nossa realidade?

Está aí o verdadeiro nó! O nó falso é a transferência pura e simples de conceitos estrangeiros! Como se não fossemos uma outra cultura, uma outra sociedade. O nosso caldeirão produz uma sopa exclusiva – diferente e singular. Há que respeitar esse caldo.

Para a nossa realidade, devemos utilizar de um ferramental sociólogico (que até pode ser semelhante ao dos estudiosos estrangeiros), mas que deve ser aplicado e analisado de acordo com nossa realidade, nossos dados, nossa população, nossas características!

O nó falso é o nó das letras, o nó dos termos americanos (em Inglês ou americanizado). Não tivemos uma explosão demográfica nos anos 1940 do pós guerra, nem nos anos 1950. A nossa pirâmide de faixa etária manteve-se numa ampliação da base até o fechamento do milênio. Agora, somente em 2010, com os resultados trazidos pelo Censo do IBGE é que finalmente podemos visualizar um fechamento na base dessa pirâmide, transformando-a mais para balão chinês. A transformação gráfica seria de algo assim: /\ – no final dos anos 1990 para 2000, para algo assim: ( ) já agora em 2010.

Desatar esse falso nó que se enraiza em diferentes setores, e é semeado diariamente – pode levar tempo. Mas certamente um dia ele vai ceder. Conto com os brasileiros de boa fé para que juntos, atuemos na desmistificação de uma mentira que não serve para a realidade brasileira.

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Não é: “Nóys e Eles” !!

Nóys os jovens 'y' e eles os 'não Y' - uma falácia

Esclareço: não fui picado pela síndrome do preconceito linguístico. O que me atemoriza, me amedronta, me angustia é toda essa superficialidade (ou seria irresponsabilidade) do tema Geração Y. São inúmeros artigos, falas, discussões que colocam o assunto das gerações – numa equação simplificada em ‘Y’ versus ‘eles’. E daí o alvoroço está instalado!

Muito da minha indignação contra esse tipo de construção louca é que antevejo a confusão que se dará no ambiente de trabalho. Aliás, já estou constatando muita gente perdida e os ânimos se acirrando.

Não existe ‘y’ de um lado e ‘eles’ de outro lado. Isso é achar que o que ocasiona o vento é o balançar das árvores! Há na verdade uma grande necessidade de se entender as diferentes tribos, os diferentes grupos geracionais. Eles vem divididos em faixas de idade e entram e saem no mercado de trabalho.E são mais variados e se apresentam em diferentes divisões.

Pode parar já!

Assim é certo que num mesmo ambiente de trabalho, numa mesma empresa, numa mesma situação empresarial, é possível ter 4 grupos geracionais distintos. Endereçar o problema através de um viés bipolar é errado e nefasto. Em nada vai ajudar – e em muito vai atrapalhar as demandas de integração, alinhamento, cooperação, clima organizacional, motivação interna – para citarmos uma lista inicial.

Venha participar desta discussão, traga perguntas, comentários e eventuais dúvidas. Vamos buscar o esclarecimento, o entendimento – correto e adequado – que esse tema exige!!

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Quem sou eu?

Auto retrato como exercício de reflexão

Antecipo que não sou Psicólogo. Mas a pergunta título reside debaixo de diferentes disciplinas, afora a Psicologia. Abrange também a Filosofia, a Sociologia, a Teologia e – por que não o bom senso.

Saber quem eu sou – no sentido de entender e definir o meu próprio ser, é ponto fundamental da existência de qualquer ser humano. “Conheça-te a ti mesmo” vaticinava Sócrates a partir do saber e do conhecer, sem imaginar que incorporaríamos (milênios depois) o processo do descobrimento à Psicologia.

Desvendar-se para si e para o mundo tornou-se vital no mundo de hoje. A começar pela carreira profissional. Como fazer o seu Marketing Pessoal se a lição de casa está incompleta? Como se apresentar bem, ‘se vender’ diante de uma entrevista de emprego, sem uma noção clara do seu ‘eu’?

Marcus Buckingham e outros estudiosos tem levantado a bandeira da descoberta pessoal dos pontos fortes. Enfatiza esse autor, que serão seus pontos fortes que o levarão a algum lugar. Menospreza radicalmente o aprimoramento de pontos fracos – ausência de perfil e traços claros que rivalizam o que sou de fato. Neles (pontos fracos) nada se construirá. Insiste em atuar com os pontos fortes que o destacam e o caracterizam como potencial profissional e talento individual.

Faz parte desse processo de descoberta, mecanismos que nos ajudam a olhar para dentro. Tenho recomendado a milhares de participantes de minhas palestras e oficinas, a adquirirem o livro Descubra Seus Pontos Fortes (Clifton e Buckingham – Editora Sextante), pois como brinde o leitor tem direito a um teste individual que fornece 5 áreas temas que são dominantes na definição de seus talentos. Faz parte de um trabalho muito pormenorizado feito pela equipe do Instituto Gullap tendo à frente Dr. Clifton – co-autor da obra.

Faz também parte do processo a reflexão. Olhar para si, para suas realizações e conquistas, seus impedimentos e falhas, suas próprias limitações, seus gostos e interesses. Mas isso tem que ser um olhar ‘hard’ e não ‘soft’. Ou seja – se isso é importante, tem que se gastar tempo. Dedicação e exclusividade para si, isolando-se da agitação e de outras pessoas.

Faz também parte desse processo – porém com peso menor – ouvir as outras pessoas. Focando de maneira bem seletiva, aquelas que lhe querem bem e são sinceras.

Mas no fundo, creio que o ponto crucial é convencer-se. Olhar no espelho e dizer para si: “Ok! chegou a hora. Vamos ver direitinho quem é você que olha desse jeito!”

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