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Como desatar um falso nó (1)

A ilusão quando instalada em nossas mentes nos aprisiona.

Essa historinha de geração Y não se sustenta mais!

É , senhoras e senhores, algo não cheira bem no reino dos RHs. Os especialistas em carimbar os jovens com letras, e ditar regras de procedimento conseguiram dar um belo nó.  E as coisas não se encaixam e não tem emenda.

Senão vejamos. Eis aqui uma sequencia de perguntas que não querem calar:

1. Qual a razão de se estabelecer Y para um grupo geracional brasileiro? Esta é a terminologia mais adequada?

2. Como grupo – qual o período de nascimento dessa tribo?

3.  Qual a razão de se definir os outros grupos como Geração X e Babyboomers? De que maneira isso se aplica ao Brasil? A que períodos eles se referem?

4. É possível traduzir uma doutrina norte-americana, focada em grupos sociais que explicam a sociedade americana, diretamente para o contexto brasileiro?

Imagino que você também tenha suas próprias indagações. Confesso que poderia continuar – mas não quero ser chato. É óbvio que algo cheira mal.

Agora a mais crítica de todas as perguntas é:

Por que não desenvolvemos um estudo genuinamente brasileiro a respeito das gerações?

Pois bem – convido o prezado leitor a criar uma discussão sobre as Gerações Brasileiras – iniciando aqui com seus comentários e pitacos – e por que não – seus questionamentos.

Temos que desatar esse nó. E a tarefa não é fácil. Me faz lembrar a técnica de amarrar elefantes no circo. Para amansar elefantes e eliminar qualquer esforço de fuga, desde pequeno o elefante é fortemente amarrado na pata – uma pata basta. Ele vai se condicionar à inutilidade de qualquer tentativa de se livrar de suas amarras. Daí para a frente o pessoal de circo simplesmente amarra a corda na pata do elefante e prende-a simbolicamente no chão. Se o bicho quisesse – facilmente se libertaria. Uma força mínima já seria o suficiente para se livrar. Mas condicionado que está ao mundo de uma pata amarrada, ele fica preso a esse paradigma.

Essa falácia de geração X, Y e Z é uma corda frágil sem base alguma. E ainda bem que não somos elefantes!

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É o termo que nos incomoda

Já há mais de dois meses, trouxe à baila algumas perguntas incômodas acerca do meu tema número 1: as Gerações – mais especificamente as Gerações Brasileiras. O post está aqui.

Como venho estudando (lendo muito e navegando mais ainda), palestrando, discutindo e preparando textos sobre isso  – cheguei à uma encruzilhada. Quando procurei me aprofundar, tive que abandonar os textos gringos. E olhei ao redor e pouca gente para conversar com a mente aberta e disposta a aprender (humildade) ao invés de ditar regras (prepotência). Logo me associei a uma das mais competentes cabeças da área de Recursos Humanos no Brasil que é a Eline Kullock do Grupo Foco. Através da Eline, tive o privilégio de conhecer mais de perto um estudioso e pensador holandês que veio ao Brasil realizar intercâmbio. Já postei sobre o Aart aqui

Ortega y Gasset é uma referência certa no entendimento das gerações

>.

No outro lado da margem, muita gente ditando regras tiradas não sabemos de onde.

Minhas reflexões e aprofundamentos se intensificaram. Algo gritava dentro de mim que precisava colocar alguns pingos nos ‘is’.  Por isso que iniciei a discussão com “Perguntas Incômodas”. E nesse processo já trouxe mais duas aliadas. Suas observações são importantes. Comecemos com a Inês:

Há muito tempo, antes de as “gerações” assim classificadas serem tão famosas, eu já tinha lido sobre isso. Foi numa busca na net que, sem querer, me deparei com um artigo em inglês. Não havia ainda nem a geração Z.
Minha primeira impressão foi justamente esta: será que isso serve para nós? Conclui que talvez não, de modo totalizante; se bem que nada pode se esgotar ou se prender numa classificação, haja vista as exceções.

O ponto de partida é exatamente esse. As gerações é algo universal e tem estado presente desde que o mundo é mundo. Logo temos nós as nossas gerações. Mas – certamente sim – não serve para nós de maneira acabada e definida (ou seja há que se fazer uma contextualização, no mínimo).

A geração babyboomers – em que me encaixo – não tem mesmo nada a ver com o nosso pós-guerra. Talvez pudéssemos dividir em duas partes essa geração: que sofreu as circunstâncias da guerra (ouvia muitos relatos de minhas avós sobre isso) e a que sofreu a repressão ditatorial (minha geração).
Já a geração Y, de maneira geral coincide muito com o que descrevem. Constato isso nos meus alunos de classe média-alta. A geração Z – os nativos digitais – também. (Não sei se é isso que você está chamando como geração X…já me perdi no alfabeto rsrsrs)
Disso tiro duas conclusões:
Primeiro: o que é observado sobre as gerações vale para uma elite global dominante. E, justamente por causa disso, e pela forma como a rapidez da informação cria culturas praticamente indiferenciadas, pode-se dizer que essa classificação é aceitável.
Segundo: Os excluídos sempre serão excluídos também dessas classificações, uma vez que os parâmetros são tomados pelo modelo próspero globalizado.

A questão dos Babyboomers já sabemos que não tem justificativa. As coisas se complicam quando vamos para  gerações mais novas. Opa! Aqui realmente há muitas semelhanças. E infelizmente tem muito aventureiro aproveitando essas felizes coincidências para definir: “somos iguais” – quando toda a criança de 3 anos sabe que não é bem assim.

Essa sopinha de letras também é nefasta – e aí sigo alguns críticos americanos. É muito fácil criar estigmas com carimbos.

Há ainda há uma terceira conclusão, que talvez derrube todas as anteriores. Não há limite de idade para ser um babyboomer, um Y ou até um Z. Eu mesma dou um baile de tecnologia na maioria de meus alunos do EM, faço várias coisas ao mesmo tempo, estou conectada 24h e enfrento qualquer parafernália digital, sem medo de ser feliz. Conheço vários cinquentões assim. E então somos de que geração? babyboomersXYZ!

Entendo e concordo com você, Inês nesse aspecto do vetor digital – apesar de alertá-la que há controvérsias. Mas se ficarmos no tópico das gerações, aí sim temos que elaborar com mais clareza nossos pressupostos. Apesar de desprezado aqui no Brasil, os estudiosos de sociologia trabalham com a identidade de grupos que se manifestam na história através de ondas – identificadas como grupos geracionais. Há bastante teoria para se trabalhar e comecemos estudando Ortega y Gasset. Faço com ele, parte do meu cardápio diário.

Também trouxe contribuição à discussão a Cláudia Nunes:

Volney vc me assustou agora. Os conceitos de Nativos e Imigrantes digitais são americanos, isso é um fato, é Marc Prensky. Eu os uso como parametros para tentar entender as diferenças cognitivas e comportamentais que venho observando em meus alunos. Com quase 20 anos de ensino médio, eles estão chegando completamente diferentes. Tem muito mais informação, acessam os mais variados recursos tecnológicos, mas não sabem o que fazer com isso além de se divertirem. Em relação a minha geração, a questão do tempo, de reflexão, de estudo, de entendimento, de espera mesmo, é grande e campo confortável para agir ou se superar. Minha geração para para pensar. A geração atual experimenta mil pensamentos.

Minha primeira intenção é provocar. Se consegui isso – estamos caminhando bem (rs). Mas eu creio na validade do conceito de Prensky – apenas creio que ele se aplica de maneira mais indiscriminada nos Estados Unidos e nem tanto aqui no Brasil. Há um escalonamento socio-econômico e regional. Mas com certeza é um vetor a trabalhar (impulsionando e diferenciando) a onda dessas gerações mais jovens. Creio também que temos que levar em conta que cada geração deve ser dividida pelo menos em 4 fases distintas: (a) nascimento, infância e juventude 0 – 21; (b) jovem amadurecido – 22 a 41; (c) adulto pleno – 42 a 61; e (d) senioridade ou terceira idade – 62 a 82+. Há quem considere que dada a longevidade se ampliando, haverá em breve uma quinta fase dos ‘pós-terceira idade’.

A Cláudia continua:

Não os olhos com a radicalidade basilar dos dois conceitos mas eles me ajudam a entender essas e outras diferenças que percebo constantemente. Mas agora vc me assustou. Se os europeus não usam esses conceitos ou essas nomenclaturas para apontar as gerações que interagem ou não com as novas tecnologias, como ele analisam a relação entre gerações, por exemplo, nos meios educacionais… Desculpe se pareço tola mas mesmo nao aceitando os conceitos como finais, eles conseguem me dar os ajustes necessários a meu olhar social e educacional. Existe livros ou texto já incorporando essas suas questões? ou alinhavando novos conceitos ou procedimentos de análise??? Estou muito interessada…

Grato por seu interesse. Também estou muito interessado. É muito agradável ter você e a Inês na conversa. Os portugueses utilizam o conceito de Prensky – mas como tudo que vem dos Estados Unidos é visto com ceticismo pelo Velho Mundo, aparentemente o X e o Y não é assim tão fácil de ser engoligo. Como também respondi acima, vamos tomar cuidado com a aceitação pura e simples dos divisores e das nomenclaturas pois, apesar de fazerem sentido de início, quando se aprofunda, a gente vai encontrando cada vez mais dificuldades!

Nas próximas postagens vamos trabalhar as fontes, e buscar ferramentas que nos ajude a melhor definir a questão. Se vocês, Inês e Cláudia, e também o leitor que nos acompanha, tem contato com grupos geracionais, vou lhes pedir para me ajudarem em pesquisas impressas. A tabulação faremos em conjunto ou por aqui. E é claro vamos dividir e compartilhar as descobertas. Além disso vamos abrir uma série de pesquisas on line.

Para encerrar quero dizer que – antecipando o domingo, vocês foram uma mãe para mim. Ganhei o fim de semana. Muito obrigado.

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Perguntas Incômodas no Tema Gerações

Este post é uma auto crítica no tocante ao tema das Gerações. Pode ter um tom de desabafo, mas antecipo que estou me contendo e focando no ‘mea culpa’.

Utilizei no passado recente, as divisões das gerações (em apresentações sobre os nativos digitais) rezando pela cartilha americana. Errei, confesso e peço desculpas. E agora me apresso para discutir e oferecer alternativas para tal.

Me sinto hoje, na obrigação de ser uma voz discordante com relação ao senso comum que domina em terras brasilis o tema em questão. Há muita gente que se diz especialista em Gerações, Geração Y, Nativos Digitais – mas que está prestando um desserviço ao mercado. Há inúmeros asteriscos a serem colocados em nossos slides. E já comecei a esclarecer fazendo pequenas mudanças em meus arquivos de power point.

Vou elencar alguns erros (os quais abandonei) que estragam a seriedade que o tema exige.

1. Por que usar o termo Babyboomer para definir uma geração brasileira que não tem paralelo algum com a americana? Esse fenômeno foi americano e ao pós guerra. Tinha a ver com a forte urbanização que se instalava em muitas cidades dos Estados Unidos.

2. Será que o ‘ano de corte’ é mesmo 1946 e 1964? Em que base podemos afirmar isso?

3. Os Y’s – geração Y – tem a data de corte em que ano? Em que base? Já podemos ‘fechar’ esse grupo?

4. Como considerar a inauguração da verdadeira geração digital para o Brasil – levando-se em conta que há muita desigualdade social e limitações para a imersão e a inclusão de considerável parcela da população?

5. Existe uma Geração X no Brasil – na mesma base que a americana? Igualzinha – sem tirar nem por?

6. Você sabia que essas divisões de geração (nomes e anos) não são aceitas pelos europeus?

A discussão está iniciada. Nos próximos posts compartilho algumas das conclusões que estão se cristalizando. Mas estou aberto. Faça e deixe um comentário para que a conversa se enriqueça.

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As Gerações – Preliminar

Este post é uma contribuição como forma de lançarmos luz na discussão do tema As Gerações. É uma tentativa de entendermos de forma mais adequada e própria para a nossa cultura  os grupos populacionais brasileiros. Assim com esta breve pesquisa, nós iniciamos com um ‘teste de águas’. Do total de 73 respondentes, estamos considerando 63 respostas válidas para efeito de definirmos personas que são consideradas influenciadoras ou até mesmo um tipo de role model – se é que assim podemos definir – do l’enfant terrible pós adolescente com um misto de inocência e candura, mas sempre buscando a sua causa para e pela rebelião.

Assim partimos da premissa que a forma de se libertar é através de uma postura contestadora. A saída ou o abandono do padrãozinho familiar e escolar é a estrada em busca de sua própria identidade – como uma jornada para dentro de si e à procura do chamado ‘self’. Eline Kullock do blog Foco em Gerações tem feito um paralelo com a tese de Bonder (encontrada em A Alma Imoral) que a transgressão é a forma que todos nós temos de dar vazão à nossa autenticidade em busca da autonomia. Pode ser assim um dos traços característicos dos grupos geracionais. Daí que essas ditas celebridades eleitas servem como um parâmetro para o estudo em foco (com trocadilho).

De maneira aleatória separei em três grupos distintos – o primeiro de 41 a 61 anos de idade (nascidos entre 69 e 49), o segundo grupo com 31 a 40 anos (nascidos entre 70 e 79) e o terceiro grupo de 16 a 30 anos.

Creio que encontramos um padrão aqui. Mas fique à vontade de participar da análise. Eu inclusive disponibilizo a tabulação dessas 3 questões para que você utilize o Excel como forma de processar e visualizar. Aqui não temos nenhuma pretensão técnica, muito menos científica. É realmente um sentir da temperatura e uma base inicial para a reflexão.

Veja a seguir os resultados:

Guevara, Beatles e Raul Seixas recebem 4 menções

Grupo I

Em que ano você nasceu? Nascidos entre 49 – 69 [23 respostas válidas]

Quando você tinha entre 17 e 19 anos, quem você considerou o maior símbolo de rebeldia?

Che Guevara – 4

Beatles/John Lennon – 4

Raul Seixas – 4

Mutantes/Rita Lee – 3

Rolling Stones/Mick Jagger – 2

Jimmy Hendrix – 2

Janis Joplin – 2

David Bowie – 2

Cazuza – 1

Menções: Olga Benário, Zuzu Angel, Elvis, Jovem Guarda, Geraldo Vandré, Alice Cooper,Simone De Beauvoir, Led Zeppelin, Bob Dylan, Madona, Black Sabath, Lech Waleska, Jonh Travolta, Elis Regina, Greta Garbo, James Dean, Baby do Brasil, Cindy Lauper

– – – –

Quem hoje mais representa na atualidade o símbolo da rebeldia?

Amy Winehouse = 5

Lady Gaga = 3

Cazuza = 1

Outras respostas não consideradas

Renato Russo é o mais lembrado, seguidos de Cazuza e Guevara

Grupo II

Em que ano você nasceu? Nascidos entre 71 e 79 [10 respondentes validos]

Quando você tinha entre 17 e 19 anos, quem você considerou o maior símbolo de rebeldia?

Renato Russo – 3

Cazuza – 2

Che Guevara – 2

James Dean, Karl Marx, Roger, Arnaldo Antunes, Kurt Cobain, Marcelo Rubens Paiva, Oasis, Nirvan, Me´talica, Nim Morrison, Janis Joplin

– – – – –

Quem hoje mais representa na atualidade o símbolo da rebeldia?

Lady Gaga = 1

Amy Winehouse = 1

Caetano Veloso = 1

Outras respostas não consideradas

Cazuza recebe 6 menções seguido por Renato Russo e Mamonas

Grupo III

Em que ano você nasceu? Nascidos entre 80 e 96 [30 respondentes]

Quando você tinha entre 17 e 19 anos, quem você considerou o maior símbolo de rebeldia?

Cazuza – 6

Renato Russo – 4

Mamonas Assassinas – 3

Raul Seixas – 2

João Gordo – 2

Amy Whinehouse – 1

Rock, Jesus, Gandhi, Steven Spielberg, Madona, Mang Beat, Marcelo D2, Tatu, Spice Girls, Edmundo, Agostinho, Slayer, Slipknot, Kurt Cobain, Chriss MacCandless, Dean Morrison, Mano Brown, James Bond, Rita Lee, Voltaire, Sommerset Vaughan, Axil Rose, Janis Joplin,  PCC, Lobão, Bart Simpson, Yu-gi-oh, Chico Buarque, Caetano Velloso

– – – – –

Quem hoje mais representa na atualidade o símbolo da rebeldia?

Amy Winehouse = 7

Lady Gaga = 5

Jesus = 2

Cazuza = 1

Outras respostas não consideradas

Amy Winehouse é mencionada por todos os grupos como símbolo de rebeldia

Se agruparmos as respostas para Quem hoje representa rebeldia – temos:

Amy Winehouse = 13

Lady Gaga = 9

Cazuza = 2

Jesus = 2

Caetano Veloso = 1


Amy Whinehouse = 13

Lady Gaga = 9

Cazuza = 2

Jesus = 2

Caetano Veloso = 1

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Uma eleição diferente

2010 - ano de eleições gerais

Sou obrigado a me antecipar a respeito dos desdobramentos das eleições deste ano. E para variar tem a ver com os Nativos Digitais.

Li no Valor de hoje, matéria especial sobre as eleições, que traz alguns números que ajudam a esclarecer como será o embate em 2010. Não contente com os gráficos, fui até o IBGE e conferi as projeções disponíveis (achei inclusive um erro em uma das tabelas e já avisei os meninos de Brasília). Vamos ao que interessa então:

Total de eleitores projetados para 2010: 133 milhões

Percentual de eleitores na faixa de 16 a 24 anos*: 21% – ou em números absolutos: 28 milhões (!)

O que me leva à seguinte observação: “Nunca antes na história deste país uma eleição dependerá tanto da internet.” E mais: “Os nativos digitais serão o fiel da balança.”

* Diferentemente do jornal que trazia 18% (uma queda de 3 pontos comparando-se com o ano de 2000 – percebi que havia algo errado pois a população jovem ainda tem crescimento representativo. As tabelas do IBGE confirmaram portanto o percentual por mim estimado).

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Aprofundando o entendimento

Professor Aart esteve no Brasil realizando pesquisas adicionais

O tema das gerações – qualificando as diferenças e definindo diferentes nuances entre grupos etários – é tarefa de folego. Exige estudo, pesquisa, referências e não raramente o envolvimento colaborativo. E não amadurece da noite para o dia. Consome tempo, pois é processo que demanda dedicação.

Recentemente estive num evento promovido pelo Grupo Foco, onde sua presidente Eline Kullock apresentou um panorama equilibrado e bem fundamentado sobre a Geração Y. Aqui no Brasil, Eline é uma das poucas vozes confiáveis quando se trata de explicar a que vieram esses jovens que agora entram no mercado de trabalho. Na própria Web – via blogs e no twitter – acompanho suas postagens. São consistentes e relevantes.

Não foi a toa que em pesquisa realizada pelo professor Aart Bontekoning, todos os links qualificados apontavam para a pessoa da Eline. O professor Aart é conceituado estudioso das Gerações – e desejoso de aprofundar suas pesquisas veio ao Brasil para entender na nossa cultura as peculiaridades de cada grupo. Num convite especial, estive na sede do Grupo Foco para conhecer o professor Aart e conversar sobre esse tema que me é prioridade.

É nesse esforço e contando com o apoio amigo que aprofundamos o entendimento dessas questões.

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