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Como se antecipar às mudanças

Nos próximos vinte e cinco anos, o mundo vai experimentar mais transformações que nos últimos 300 anos! Sim, em um quarto de Século já sabemos de antemão que o Emprego, a Educação, a Produção, o Serviço e até mesmo o dia a dia passaram por mudanças profundas e radicais.

Não importa de qual geração você é – nem mesmo a sua idade. Hoje, até mesmo a morte que é certa – e disso ninguém duvida – brinca com todas as gentes colocando-os na casa dos noventa, noventa perto de cem, cem … A longevidade está aí – e os próximos anos, as mudanças vem quente e fervendo.

Minhas Falas –

Além do tema das Gerações Brasileiras – dividido em duas abordagens, sendo a primeira uma panorâmica e introdutória e a segunda mais prática e esclarecedora, estamos com mais dois temas quentes: o ambiente empresarial e seus desafios, e o que o futuro nos reserva.

Elaborei para isso um portfólio de apresentação, e você pode solicitar a sua cópia no email: contato@faustini.com.br

Meus posts anteriores ajudam a compreender o porque da importância dessas falas. Por isso fique à vontade para comentar e questionar.

 

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Novas Gerações e Sinais de Loucura

O que temos confundido (e muito), é achar que há algo bastante diferente na nova geração que chega ao mercado de trabalho com uma postura bem distinta da nossa. Já discutimos bem essa questão das diferenças – são irriquietos, impacientes, aspiram grandes desafios, desprezam autoridade, não querem saber de regras ou manuais… Aquela ladainha toda a explicar os mais jovens.

Mas o que de fato a empresa quer? O que de fato a empresa busca? Queremos talento, gente esperta e inteligente, mas que não exagere na criatividade (qualquer coisa diferente já é exagero!), Queremos rapidez e viração, mas que permaneçam no caminho já trilhado. Queremos evolução e inovação, mas desde que não haja testes e experimentos. Queremos o novo, mas proibimos qualquer coisa fora do comum, do usual, do de sempre.

problema 4E ainda insistimos que os erros estão com eles – os mais novos. No meu decálogo de provocações, cutuco: “E se o problema não for eles, e sim nós?” Achamos que por sempre termos feito como sempre fizemos, que a nova geração deve fazer igualzinho. E sem nenhuma autocrítica, sem reconhecer que temos performado abaixo da meta, sem progresso e sem produtividade, queremos que repitam nossas velhas fórmulas, nossos velhos procedimentos, nossos velhos jeitos.

Esperar ou desejar resultado superior ou melhor, sem permitir caminhos alternativos e diferentes é loucura!

Agora a pergunta fechadora: e mesmo que tivéssemos a eficiência duradoura ao longo de anos e anos, você realmente acredita que o mundo vai continuar a ser mesmo de ontem, o mesmo de hoje?

Esperar que o mundo continue a ser o mesmo, e ficar estacionado é loucura!

Desejar que as coisas continuem permanentes, e torcer por isso é loucura!

Achar que o problema está na nova geração é também sinal de loucura!

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Trocando uma letra

Criatividade é muito mais lúdica do que mecânica.

Children

Brincar é uma das formas de se chegar a novas ideias. Dentre as muitas grandes sacadas de Jobs parece que a simples troca de letra (do A pelo U), trouxe uma enorme revolução no mercado de PCs e propiciou a vinda do iPad como hoje conhecemos.

Diz a história que em seus momentos Zen – Steve Jobs ao meditar ficava perturbado pelo barulho do ventilador – ou se preferir, o (fan). Seria possível desenvolver uma máquina que não precisasse de ventilação intensiva? Seria muito mais divertido (fun)! Sair do fan e ir para o fun!

Em pouco tempo as novas máquinas da Apple teriam uma arquitetura interna que dispensaria o uso de ventilador.

A inovação pode ser muito mais simples, lúdica e divertida do que se imagina. A dica de hoje – para ser mais criativo e reinventar seus caminhos – é a recomendação de nos tornarmos mais como crianças e brincar no nosso dia a dia. Chega de sisudez. Basta de radicalismo na seriedade. Torne a sua vida mais leve, mais divertida.

E seja feliz!

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Em comemoração à Semana do Saco Cheio

Em comemoração à Semana do Saco Cheio

O que começou com uma brincadeira e se tornou uma tradição entre pré-universitários, a Semana do Saco Cheio era uma forma de aliviar a tensão de fim de ano e perspectivas de provas e exames. Antes dessa corrida final – os alunos reivindicaram uma pausa de descanso e reenergização.

Quantas organizações fazem da vida do trabalhador o Ano do Saco Cheio? Transformação no ambiente de trabalho e um radical novo jeito de administrar – é o que esta em jogo. Transformemos pois a cultura reinante, façamos a liderança se abrir para o novo e apoiemos a inovação.

Em poucas palavras: muito a fazer!

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outubro 17, 2013 · 2:23 pm