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Ainda não acharam a geração?

coddling

O artigo de Pondé em sua coluna da Folha tem o título chamativo. “Uma Geração Perdida” trata um pouco do livro The Coddling of the American Mind, de Greg Lukianoff e Jonathan Haidt, recém publicado nos Estados Unidos. Mais sobre o livro daqui a pouco. Primeiro vamos destacar a seguinte afirmativa simplória.

O fetiche com relação aos jovens serem “mais evoluídos” continua em ação. Um pouco pela vaidade dos pais, um pouco pelo marketing das escolas e universidades, um pouco porque pessoas mais velhas querem fazer sexo com esses jovens, e o blábláblá de que são legais funciona melhor quando você quer levar um deles ou uma delas para a cama.

Pondé aponta três principais forças levando à consideração de que os mais jovens estariam mais evoluídos: Vaidade de pais e mais velhos, marketing das universidades para conquistar alunos e a paquera sexualmente interesseira (estava para escrever ‘sacanagem’, mas desisti).

Duas observações extremamente pertinentes que conflitam com a posição de Pondé: 1) o vetor digital veio para ficar e realmente deu algumas casas de vantagem para a molecada no jogo da vida. Isso é evidente e inquestionável; e 2) o futuro chega mais cedo, mais rápido e é absorvido com mais intensidade pelos mais jovens. Se percebemos ou não, ruim para quem não enxerga nem a realidade em transformação e nem a sua gênese.

Portanto, não dá para considerar como fetiche, e sim como fato evidente.

Em segundo lugar vamos explicar um pouco mais o livro ilustrado, inicando por seu título. Pondé assim a ele se refere,

“The Coddling of the American Mind” (Mimando a mente americana, Penguin Press) é de urgente leitura para quem trabalha com jovens.

E mais à frente,

“Coddling” significa mimar.

Este é um livro que está na minha lista – já iniciei sua leitura no ano passado. Jonathan Haidt (um dos autores) é figura conhecida por inúmeros vídeos em que participa, quer como preletor ou entrevistado.

O que observo e gostaria de destacar é que a tradução literal do título conduz a erro. Por coddling devemos entender como super proteção e blindagem – diferente de mimar ou paparicar. Os autores querem dar o sentido de que há um exagero no cuidar físico, mental e psicológico por parte das instituições que blinda os mais jovens no enfrentamento da realidade que é dura e difícil. O sub-título é How Good Intentions and Bad Ideas Are Setting Up a Generation for Failure, que seria: Como boas intenções e conceitos ruins estão formando uma geração para o fracasso. Esse complemento já ajudaria a dar um quadro mais realista do que pretendem os autores neste livro.

Em um Webinar realizado na minha página do Facebook e disponível no youtube, explico em mais detalhes esses e outros pontos. Sobre o livro e o que Haidt revela para nós em suas aparições, vou compartilhar nos próximos dias.

Como tenho insistido, devemos parar de estigmatizar a geração mais jovem. Não basta usarmos denominações que não se encaixam em nossa realidade (como Z, Y, Millenials, Babyboomers, etc.), ainda as tratamos pejorativamente. Se perderam a geração, recomendo que comecem a busca-la imediatamente.

A geração mais nova carrega o futuro, e sem ela, somos nós é que estamos perdidos!

 

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O Trabalho nunca mais será o mesmo

– Será?

– Deixe-me corrigir, refazendo a chamada: o Trabalho que já não é o mesmo, vai mudar mais ainda!

– Será?

– Opa – melhor eu corrigir: o Trabalho que já mudou, e que está mudando, vai desaparecer!

– Será?

– – – –

Inverno 07

Os cenários sendo desenhados para o futuro próximo (sim, ali virando a esquina), como por exemplo a próxima década (considere 2021 a 2030), prenunciam uma transformação ainda mais radical do que aquela que discutimos na roda de bar e na carona matutina.

Se estamos certos de uma coisa:  que há no horizonte uma tempestade de proporções inimagináveis – o que devemos fazer?

Erra quem acha que esse fenômeno não merece atenção e cuidado.

Precisamos pois, conversar com mais seriedade sobre esse horizonte sombrio. Todo cuidado é pouco, toda a vigilância é necessária, e o estado de alerta tem que permanecer em níveis altíssimos.

Incerteza profunda, alta complexidade. Isso é o mundo de hoje.

Vamos nos preparar?

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Agenda cheia para 2019

Agora que o carnaval acabou, o calendário vira de vez, e o ano começa. Pelo menos para a maioria dos brasileiros. Confesso que estou numa maratona que furou o ano. Sim dei uma parada estratégica, tão somente para recarregar as baterias. Porém posso dizer que os meses de janeiro e fevereiro foram bem agitados.

Mas o que o ano me reserva – e que será do seu interesse (assim espero) – compartilho a seguir em tópicos chaves.

Gerações Brasileiras – meus estudos e pesquisa transformado em livro ainda não tem data de lançamento. A crise das editoras é pelo menos um dos fatores para essa indefinição. No entanto, com esse limão já fizemos algumas limonadas. Temos um texto derivado da obra maior, sob o título Guia Definitivo das Gerações Brasileiras. Ele pode ser solicitado gratuitamente aqui, e também pode ser lido no Issu – esse guia foi feito na verdade para ser visto e lido em página dupla – o que dá um visual muito bacana.

Capa Guia

Sobre os desdobramentos disponíveis, tem mais um bom conteúdo que finalizei e está disponível. Fiz um estudo sobre dois grupos comparados – Senadores e Ministros. Tem o título de Grupos Geracionais Comparados, fizemos uma análise em dois momentos de 2015 e 2019: o ínicio dos mandatos de Dilma 2 e Bolsonaro. Você pode também solicitar gratuitamente em nosso site (recém inaugurado: www.geracoesbrasileiras.com.br). Leve em conta que não há cedilha nem acentuação. Esse pequeno estudo abrange 19 páginas, com tabelas, listagens, e gráficos.

Disrupção de Carreira – um desdobramento natural e uma missão para o futurista social. Já antecipo que não vou entrar na questão de argumentos e justificativas, contando histórias e casos para que o trabalhador, executivo, e profissional sai de sua zona de conforto. Esse jogo já é dado e conhecido. Vamos para a prática. São vídeos em que vamos tratar do tema, com o intuito de provocar questionamentos e interagir com quem quer sair na frente e estar pronto para ‘quando o inverno chegar’!

Recomendo (ou se preferir, solicito) que visite meu canal no Youtube e acompanhe cada um dos novos vídeos com comentários e sugestões. Aqui também vamos atualizar e como sempre, seus comentários são sempre bem vindos.

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É quase todo mundo …

No meu voo de volta à São Paulo, ao folhear a revista de bordo da Azul logo me ative na entrevista da diretora da Samsumg, Loredana Sarcinella. Ao ser indagada sobre o público alvo diante dos diferentes aparelhos mais sofisticados, a executiva responde que “os millennials são o nosso público-alvo”. E explica mais: “Eles são os mais ligados na tecnologia, os que ditam e absorvem novos comportamentos com facilidade.”

Logo pensei: talvez sim, talvez não. Que tipo de novos comportamentos? O de usuário ou o de consumidor? Ou será que uma vez com os novos comportamentos vinculados ao uso de smartphones, seja mais fácil apresentar novos modelos com melhorias naquilo que já é sofisticado?

Mas a explicação do público alvo continua, e nas linhas mais abaixo eu leio: “E não estou falando de millennials apenas como faixa etária. Trata-se de comportamento independente de idade. Conheço gente de 70 anos com a cabeça muito mais jovem e aberta nesse sentido do que outras de 40.”

Bem que poderíamos dizer: é quase todo mundo!

Aqui não se trata de uma crítica à executiva. Aponto para o desgaste que a denominação ‘millennials’ alcançou.

rabo-abana-cc3a3oLembra a ilustração de o rabo abanando o cachorro. Ou seja o que deveria ser específico da geração e de um grupo social, se torna explicação de estilo de vida e sofisticação atrelada à tecnologia – e totalmente desligado da coorte e faixa de idade.

Quando nosso vocabulário se limita, o problema não se restringe à comunicação. Vai além. Compreendemos mal e errado a realidade que nos cerca.

Se você quer realmente entender o que é geração, juventude e a qual você pertence no contexto da nossa sociedade, tenho uma boa notícia. Você pode solicitar gratuitamente o seu exemplar em PDF (um trabalho caprichado e bem ilustrado por Francisco Ucha). Basta preencher o formulário aqui.

Está na hora de parar com essa mania do rabo abanando o corpo do cachorro!

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Calma com a denominação Z

Sim. Estamos fazendo um alerta. Nesse afã de se mostrar como um indivíduo por dentro do assunto das gerações, tem gente falando e escrevendo sobre uma tal de geração Z. Como se isso fosse possível. É o círculo vicioso da superficialidade e invencionices. Esse ‘correr atrás do rabo’ é causado principalmente pela demanda de se ter conteúdo nos sites e nas postagens – mesmo que seja algo criado, inventado e irresponsavelmente falso!

Thai boys

E a geração Z é mais um engodo a se empurrar para o mercado.

Por exemplo. O sujeito escreve artigo despretensioso em janeiro e menciona algo debaixo do tema de gerações, tirado de um site que leu – sem pesquisar, sem refletir, sem contextualizar. Como ele quer trazer novidades no que vai escrever, busca assuntos em sites americanos. Usa o tradutor do Google. E pronto, coloca a sua azeitona na grande empada de tags geracionais.

Em março, ele precisa postar algo novo. E segue o mesmo caminho. Vai construindo um castelo de cartas, repleto de conteúdos falhos, rasos e perigosos. E o pior! O que parecia vir sem nenhuma pretensão, agora já ganha ares de oficialidade. Ele mesmo se ilude com o monstrinho que criou.

Chega maio. Mais um artigo. Mais uma invenção. Construída em cima da falácia de janeiro, e da distorção da realidade de março. E agora ele não pode voltar atrás!

Imaginemos o seguinte. Estou na Tailândia como repórter fazendo cobertura no resgate dos meninos presos na caverna. Os primeiros quatro resgatados são abordados por mim, faço um furo de reportagem e publico um perfil do time em base no que conheci desses primeiros quatro sobreviventes. Desprezo os demais meninos. Desconsidero a ordem de resgate. Faço daquela amostra o meu todo. Sou impaciente e me arvoro em concluir precocemente. Sou enfim um irresponsável.

Posso até ganhar aplausos nos primeiros dias pois dei um furo jornalístico. Mas o furo é na verdade o que eu fiz. Eu que entrei numa furada! Os demais meninos, ao saírem tem histórias complementares e abrangentes, e na conversa com todos, os demais repórteres e jornalistas traduzem melhor o que de fato aconteceu e quem na verdade são esses 12 meninos e seu técnico. A minha intempestividade foi um desserviço e uma irresponsabilidade.

Voltemos para as gerações. Se o grupo geracional será identificado pelo intervalo de anos de nascimento – consideremos então a nova geração nascida a partir de 2001. Hoje, os integrantes dessa geração ainda não tem maioridade. Quem é bom de Geografia sabe: 2001 para 2018 são 17 anos de intervalo. E não para por aí. Ainda tem os novos integrantes nascendo, e os demais que são muito jovens e pequenos. Uns engatinhando, outros aprendendo a ler, outros entrando na adolescência. Ou seja, esse grupo ainda não se formou como geração! O que se pode escrever ou falar a respeito deles?

Percebe, caro leitor, como é uma armadilha? Uma armadilha transferida para quem lê e para quem ouve. O autor ou palestrante, de maneira ousada avança em descrever uma geração que não existe. E ainda lhe dá o título de Z! Mantém-se tão somente coerente no próprio erro, e no erro anterior. O círculo vicioso é alimentado.

Por isso, muito calma com as descrições, como os ditos especialistas de plantão, que muito falam e escrevem, porém pouco sabem pois pouco aprenderam.

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A que geração você pertence? (1)

Veja neste vídeo a representatividade populacional de cada geração, com o seu intervalo de nascimento. O Brasil hoje está representado por 6 diferentes gerações. Uma que já está mais idosa (tenho algumas tias nesse grupo – mas que graças a Deus ainda convivemos com elas), as demais e até a caçula que está chegando e ser formando. Os Emergentes devem se configurar até o ano de 2028.

Uma pergunta que aparece com frequência, é sobre os anos próximos de nascimento – serve para separar alguém nascido por exemplo dia 31 de dezembro de outro, nascido dia 01 de janeiro (quando passa para o ano de corte)?

É claro que a linha divisória não é rígida. É possível que haja flutuação entre aqueles tardios e outros precoces. É até possível que haja interferência na formação de um indivíduo pois no contexto familiar foi influenciado e conviveu com determinada geração, em contraposição à sua própria.

Por isso, muito cuidado nas referências e na caracterização de cada geração. A persona geracional não é para ser usada como se fora horóscopo. A persona acaba sendo uma referência importante na compreensão do grupo, assim como nos fatores de influência e de tendência de cada geração.

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Há sempre o amanhã – Sobre suicídio

PetersonComo futurista social e um estudioso das gerações, me interessa muito a atuação e os pensamentos de Jordan Peterson (foto), autor de 12 Regras para a Vida – Um antídoto para o caos. Vai fazer quase um ano que o sigo. Me interessei por suas palestras sobre Jung, e em especial o que ele fala sobre Mito e Arquétipo. É sabido que ele tem uma pegada muito positiva e interessante com os jovens.

E após os acontecimentos recentes de Kate Spade, Anthony Bourdain e a matéria na Veja da semana retrasada que fala sobre aumento de suicídios entre os jovens (Na Flor da Idade – Veja 2587), quero compartilhar um momento singelo que tem tudo a ver com gerações. E enfatizo aqui a importância de ampliarmos (nós os mais velhos ou experientes) ainda mais o diálogo a respeito das novas gerações. Um alerta: parem de estigmatizar os jovens. Parem de chama-los de Millennnials usando argumentos americanos.

Voltando ao Jordan Peterson – após suas palestras, é comum abrir um tempo para que o público presente faça perguntas e comentários. Neste mês, em Indianópolis (a mesma cidade do famoso circuito oval da Fórmula Indy), ao terminar sua fala, ele recebeu as perguntas online, e ao ler mentalmente uma delas fez uma pausa e em seguida com o semblante transtornado, concordou em ler e responder.

“Planejo tirar minha própria vida, e não vou demorar. Que motivos para não faze-lo? Assinado: Chad.”

Nas pesquisas que fiz e no áudio disponível que ouvi (até o momento não há um vídeo completo desta palestra), o auditório ficou em silêncio total. Dava para ouvir uma mosca. E lá foi o psicólogo, professor da Universidade de Toronto e hoje um dos mais populares intelectuais do Ocidente a responder em  quatro motivos ‘para não faze-lo’ – logo de início ele diz que considera como uma questão hipotética:

Razão número 1 –  As consequências são devastadoras para os que ficam

JP: Pense cuidadosamente sobre as consequências de seu ato na vida de outras pessoas. Na minha clínica tenho atendido pessoas com familiares que cometeram suicídio. Ainda décadas depois eles estão se torturando. Creia-me, você vai dar um golpe em muita gente. E eles não vão se recuperar. Impossível livrá-los disso. Eles estarão presos para sempre.

O problema é que sua imaginação já está projetando essa [saída], e você diz que a vida lhe deprime. Talvez você pense que pessoas mereçam o sofrimento pela miséria que lhe fizeram cair sobre você.

Mas eu diria: pense bem, pense muito cuidadosamente antes de você ir por esse caminho, porque haverá uma devastação de proporções inimagináveis às pessoas que você vai deixar para trás.

Razão número 2 – Você está em dívida consigo mesmo na busca por alternativas viáveis antes de tentar o extremo.

JP: Para algumas pessoas, o antidepressivo funciona. Não é para todo mundo. Não estou prescrevendo uma panaceia, mas eles são bons para dar uma surra no suicídio. Mesmo com seus efeitos colaterais que eles tem –  quase sempre tem – o efeito colateral negativo não é fatal.

Há um monte de razões que faz pessoas se tornarem deprimidas, é um assunto complexo. Mas não abandone a esperança cometendo algo que é conclusivo, antes de você explorar todas as alternativas possíveis.

Se você ainda não falou com um psicólogo, com um psiquiatra, não tentou antidepressivos, se você ainda não esteve num hospital … Você deve explorar toda avenida possível antes de seguir para um passo final.

Você deve a você mesmo, tentar todas as possibilidades.

Um homem sábio com o qual trabalhei – um psicólogo numa prisão de segurança máxima em Edmonton – costumava dizer: “Você sempre pode cometer suicídio amanhã.”

É uma afirmativa petulante, mas ele a fazia de uma maneira muito séria. Com o suicídio, você só decide uma vez. E você pode esquecer. Então eu digo: Esqueça, e veja o que você pode fazer para se achar.

Explore todas as alternativas possíveis. Se você estiver tão sem esperança, que você hoje já tenha um plano suicida, o que é um sinal de perigo – se você já pensou como faze-lo … eu lhe diria pelo amor de Deus, se abra com alguém. Diga pra ele [o que se passa]. Vá a um hospital

Razão 3 – Considere a possibilidade que sua existência tem sentido e que nós como seres humanos, sendo fracos e limitados em entender, temos dificuldade em assimilar.

JP: Considere que sua vida tem valor intrínseco. Apesar de ser difícil enxergar, todos tem algo para servir à humanidade. E esta é uma verdade a considerar.

Razão 4 – A sua vida não lhe pertence como se fora um objeto.

JP: Não tenha certeza de que a vida é simplesmente sua para você tirá-la. Você não a possui como se fosse um objeto. Você tem uma obrigação moral

Você não pode pegar [sua vida] e achar que tem a liberdade de encerrá-la. Não pode porque na verdade isso é errado.

Conclusão – Haverá sempre um amanhã.

JP: Explore todas as alternativas e coloque-se de volta em pé. Há muitas possibilidades de tratamento para depressão, não deixe as pessoas ao seu redor em sofrimento para o resto de suas vidas, não subestime o seu valor diante do mundo, e não pense erroneamente pois o suicídio é errado. Esses são os quatro motivos.

Como acabou essa história? Em um tuíte!

Chad escreveu para Jordan Peterson na mesma noite (já de madrugada):

Chad: Hey Dr. Peterson. É o Chad. Você leu minha pergunta de verdade hoje à noite na palestra. Eu quero que você saiba que você me fez ir por um caminho diferente. É quase certo que irei amanhã me consultar num hospital à noite. Obrigado.

Ao que de pronto Jordan Peterson respondeu: “Estou absolutamente maravilhado em ouvir isso.”

Sim, há sempre um amanhã. E nossos jovens merecem mais do que estigmas pejorativos.

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