A Questão Chinesa

Aproveito a boa entrevista feita por Fabio Maisonnave da Folha de S. Paulo com o escritor James Fallows, autor de China Airbone (ainda não traduzido), sobre os desafios estruturais e do sistema social chinês diante da tecnologia, inovação e superação demandada no século XXI. É oportuna no meio desta discussão que estamos travando a respeito das rupturas administrativas na empresa moderna.

Na sua análise abrangente ele identifica alguns pontos que vão demandar maior abertura e liberdade para o povo chinês. E isso vai de encontro ao ambiente de trabalho estar voltado para enaltecer o ser humano e não o contrário. Como se trata de um sistema fechado ou híbrido – depende de como você olha a China, certamente para esse grande país se tornar de fato mais do que um gigante, algumas mudanças precisarão ocorrer. No fundo o autor não tem certeza por onde a China vai caminhar – mas joga luz na questão do tipo de regime que pode ou não fazer a produtividade e a inovação alçar voo.

Veja que excelente analogia com as nossas empresas!

A China é rigidamente controlada e fora de controle; é futurista e atrasada; seu sistema é ao mesmo tempo sólido e incerto. Seus líderes são habilidosos e atrapalhados, flexíveis e teimosos, visionários e estupidamente míopes.

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