Gestão e coisas que o dinheiro não compra

Incentivos não se transformam em motivação

Realmente tem coisas que o dinheiro não compra. E, em se tratando da gestão moderna, o princípio é mais do que aplicável nestas eras de grandes transformações. Foi-se o tempo em que alguns valores poderiam ser deixados no ponto do ônibus ou guardados no armário do vestiário, antes de iniciar a jornada de trabalho.

Algumas coisas – essenciais, tais como lealdade, motivação, comprometimento e dedicação – não se garante através de ações externas (pagando com grana, por exemplo). O colaborador deve se voluntariar nessas qualidades, ou nada feito. Em poucas palavras: depende da sua vontade e não tem como exigir.

“Por que sempre que peço um par de mãos, o cérebro vem junto?” Henry Ford

A principal razão pela qual a Gestão – dita moderna – tem que ser reinventada é que a prática trazida dos últimos cem anos, sempre considerou esse tipo de preocupação uma besteira. O próprio Henry Ford queria tão somente um par de mãos – nada de cérebro, e muito menos de coração.

Hoje essa preocupação é nuclear: a empresa ter sua equipe alinhada e integrada aos mais distintos valores da missão e da visão de futuro. E isso é um processo endógeno – vem de dentro para fora. Por isso há coisas na Gestão que o dinheiro não compra!

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