Clima Organizacional e Educação

Uma das razões do sucesso e do crescimento do ensino a distância reside na possibilidade do indivíduo definir seu ritmo de aprendizado e dedicação. Essa flexibilidade permite mais do que adaptação e equilíbrio frente à demanda dos Cursos a Distância. O que parece ser um fator ainda pouco explorado pelo aluno, tem a ver com o clima que ele mesmo pode  promover em seu ambiente educacional.

Para o educador Brian K. Perkins, em visita ao Brasil, estabelecer um ambiente que promova respeito e confiança são chaves para ampliar e melhorar o desempenho. Apesar de que boa parte da ênfase ainda está sendo colocada para o contexto presencial, e muito se fala para as crianças e os jovens, certamente temos como aproveitar essas descobertas e aplicar a um processo que envolve adultos e jovens em fase acelerada de formação e capacitação.

Para quem opta pelo EAD está na verdade tirando o gesso da estrutura da educação presencial – com suas demandas, regras excessivas, limites no tempo, rigidez na cronologia … enfim todo o modelo que conhecemos bem.

É claro portanto, para muitos de nós, que dentro da modalidade de Cursos a Distância, o fator motivação é dado como certo por parte do aluno. Há algo intrinsicamente forte que o leva a querer estudar, aprender, desenvolver-se. Esse nível de conscientização pede e exige uma boa dose de liberdade e flexibilidade. É a própria contrapartida da responsabilidade. O ônus de ser disciplinado traz o bônus na definição de tempo a ser dedicado, a alternância de horários, a acomodação de localidade e até mesmo a ênfase de disciplina e matérias complementares.

Temos visto que esse tipo de aluno – seja o profissional em ascensão ou em busca de uma nova posição – sabe que o bom êxito depende muito mais de si do que de terceiros. Daí que, por não demandar sua presença física, há um conjunto de facilidades que promovem e antecipam o sucesso debaixo dessa modalidade. E no final quem sempre sai ganhando é o próprio aluno.

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1 comentário

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Uma resposta para “Clima Organizacional e Educação

  1. Olá Volney.
    Sempre que posso faço a leitura da sua página e também da do sr. Breno rsr, não só por serem pais das minhas queridas amigas Vanessa e Mariana, mas também pelos temas que discutem serem da área de educação.
    Dentro desse universo das gerações, não sou perita no assunto, mas pelo que acompanho posso dizer que:
    Mais uma vez adotamos moldes americanos para definir nossa sociedade, justamente nossa sociedade brasileira, tão diversa e heterogênea. Se pensarmos somente no fato que temos em nosso país cinco regiões geográficas que por si só cada uma poderia ser uma país, temos já um grande problema para rotular nossas gerações com as mesmas letrinhas americanas. Se nos aprofundarmos mais e pensarmos no quadro – econômico e educacional ( para não ficar muito abrangente) – de cada uma dessas nossas regiões teremos talvez que utilizar todo o alfabeto para nos (re)definir. Não vejo problemas em querer “rotular” gerações, elas são diferentes mesmo, porém, faz-se necessário cautela quando se trata do tempo e do ser humano, ainda mais em uma sociedade no mínimo peculiar como a brasileira.

    Um abraço.

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