O Futuro do Trabalho

A inovação é redonda

A inovação é redonda

É crescente a nossa preocupação com relação ao futuro do trabalho. É certo que as transformações serão tão abrangentes que não vamos reconhecer o novo ambiente de trabalho, com a morte da função (clara e definida), a total ausência de estruturas e hierarquias, e a fortíssima influência do espirito empreendedor individual porém interdependente. Para mencionar algumas dessas mudanças.

Com certeza não conseguimos hoje prever quando essa nova curva será predominante. Sabemos sim que a curva da tradição taylorista de ‘cada um no seu quadrado’ é descendente. Cada vez mais as empresas que abandonam o modelo do comando e controle e da liderança centralizada, se veem mais aptas para os desafios do presente. E o inverso é também cada vez mais verdadeiro: as empresas enraizadas no tradicionalismo (no sentido de manterem as mesmas posturas e práticas do passado) serão as mais vulneráveis com relação aos seus futuros.

É nesse sentido que a melhor figura para a inovação não é o quadrado e sim o círculo, a bola, o redondo. Para vencer com velocidade, é necessário ser redondo. O desafio da inovação é criar dentro da empresa uma velocidade tal para as mudanças que chegue perto e acompanhe as velocidades das transformações externas. Empresas tradicionalistas são invariavelmente lentas, com tendência a prolongados períodos de imobilismo.

Quando pensamos no preparo dos profissionais, na educação média e superior, na formação de mão de obra – enfim na capacitação de colaboradores – é fácil cairmos numa armadilha: fazer a promoção de mudanças olhando pelo espelho retrovisor.

O que nos reserva – em termos de mercado de trabalho – é sem dúvida um futuro muito arriscado e nada promissor. Pelo menos para aqueles que se situam enquadrados na normalidade. O caminho está na ruptura, na subversão aos modelos de sempre. A solução está na criação do novo, na construção do futuro. Em outras palavras ser diferente e se distanciar do rebanho.

A qualificação relevante do profissional com a mescla da juventude poderá ser talvez a única alternativa inteligente e viável.

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