Inovação nas pequenas iniciativas

Flagrante de um dos bons momentos do meu dia.

Um dos bons momentos do meu dia.

Sou fanático por café. Meu dia é literalmente recheado de cafés, preferencialmente espresso, forte e é claro puro – amargo sem açúcar. Nespresso é uma das bolas da vez em casa. Pela comodidade e pelos benefícios – inúmeros.

Eric Favre trabalhava na Nestlé em 1976 quando iniciou o desenvolvimento de uma máquina que extrairia o café de maneira individual e em cápsulas. A empresa bancou a ideia meio maluca de seu engenheiro. Alguns anos depois a pequena iniciativa se transformou em departamento e em seguida em um negócio mundial. Depois por conta própria desenvolveu outras máquinas e mais recentemente sua empresa foi comprada pelos brasileiros da wine.com.br .

O que paciência, equilíbrio e sabedoria não fazem!

Hoje Nespresso é mais do que uma marca: um fenômeno em diferentes mercados do mundo. Quem diria que nos grandes Shoppings brasileiros as lojas Nespresso teriam filas intermináveis de consumidores e apreciadores?

Lição do dia – plante algumas sementes de inovação (mesmo sendo uma pequena iniciativa). Ela pode germinar e dar muitos frutos!

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Novas Gerações e Sinais de Loucura

O que temos confundido (e muito), é achar que há algo bastante diferente na nova geração que chega ao mercado de trabalho com uma postura bem distinta da nossa. Já discutimos bem essa questão das diferenças – são irriquietos, impacientes, aspiram grandes desafios, desprezam autoridade, não querem saber de regras ou manuais… Aquela ladainha toda a explicar os mais jovens.

Mas o que de fato a empresa quer? O que de fato a empresa busca? Queremos talento, gente esperta e inteligente, mas que não exagere na criatividade (qualquer coisa diferente já é exagero!), Queremos rapidez e viração, mas que permaneçam no caminho já trilhado. Queremos evolução e inovação, mas desde que não haja testes e experimentos. Queremos o novo, mas proibimos qualquer coisa fora do comum, do usual, do de sempre.

problema 4E ainda insistimos que os erros estão com eles – os mais novos. No meu decálogo de provocações, cutuco: “E se o problema não for eles, e sim nós?” Achamos que por sempre termos feito como sempre fizemos, que a nova geração deve fazer igualzinho. E sem nenhuma autocrítica, sem reconhecer que temos performado abaixo da meta, sem progresso e sem produtividade, queremos que repitam nossas velhas fórmulas, nossos velhos procedimentos, nossos velhos jeitos.

Esperar ou desejar resultado superior ou melhor, sem permitir caminhos alternativos e diferentes é loucura!

Agora a pergunta fechadora: e mesmo que tivéssemos a eficiência duradoura ao longo de anos e anos, você realmente acredita que o mundo vai continuar a ser mesmo de ontem, o mesmo de hoje?

Esperar que o mundo continue a ser o mesmo, e ficar estacionado é loucura!

Desejar que as coisas continuem permanentes, e torcer por isso é loucura!

Achar que o problema está na nova geração é também sinal de loucura!

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Gerações Brasileiras e Americanas

Sim! Nós temos as nossas gerações. Sim! Podemos chamar de Gerações Brasileiras – e com muito orgulho.

pelé tri

A seguir compartilho o quadro que elaborei para responder à primeira provocação do Decálogo “E Se?” (você pode assistir aqui). A insinuação é a seguinte:

E se não houver geração Y, aquela dos americanos, no contexto brasileiro?

A questão que sempre me intrigou e me fez muito cedo abandonar as divisões estrangeiras de grupos geracionais, é que não colava aquelas diferentes denominações sendo carimbadas por aqui. Mesmo com o advento da globalização, há sempre uma preservação de usos e costumes locais que jamais perdemos e outros estrangeirismos que jamais absorvemos. Um outro ponto é a questão demográfica. Os Estados Unidos experimentaram um grande crescimento populacional na década de 1940 (2a metade – após o fim da guerra) e 1950 – com um grande crescimento urbano. Esse tipo de consolidação populacional, somente veio acontecer no Brasil nas décadas de 1970 e 80. Você se lembra da música da Copa no México de 1970 (“Noventa milhões em ação …”). Somente aí foi que experimentamos o nosso boom de bebês.

Veja no quadro a seguir como buscamos explicar o que realmente é nosso em divisões bem realistas e diferentes:

Slide comparativo

Esses insights e outros que estaremos compartilhando faz parte da conclusão do estudo (transformado em livro) AS 16 GERAÇÕES BRASILEIRAS – Uma Análise Contemporânea de nossas Eras e Gerações – de 1683 a 2028.

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O seu modelo de negócio está condenado

E195-E2A edição deste fim de semana do Valor Econômico trouxe alguns exemplos bem definidos de como a inovação e a reinvenção do negócio são palavras de ordem para a sobrevivência, mantras efetivos para se chegar no futuro. O destaque entre os balanços publicados ficou por conta da Embraer. Empresa modelo no cenário nacional, foi fundada em 1969 em pleno governo militar e privatizada em 1994. Orgulho para todos e cada um dos brasileiros. Emprega mais de 20 mil pessoas, sendo que 10% no exterior. Tem em carteira de pedidos de aviões comerciais a bagatela de 459 equipamentos. Receita líquida em 2014 de R$14,9 bilhões e lucro líquido de R$796,1 milhões. O balanço e as demonstrações financeiras foram auditados sem ressalva pela KPMG.

Outra notícia que destaco é o atual perfil operacional da Ericsson. Um gigante da área de telecomunicação, fabricante de diferentes produtos que abrangem desde equipamentos de telefonia empresarial, de comutadores voltados para operadoras de telefonia a toda uma linha de aparelhos – celular e telefonia fixa. Veja este quadro de realizações e inovações da companhia suéca. Fiquei alegremente surpreso ao ler que a empresa está se reinventando para atuar nos segmentos de serviços e software. Antecipando o futuro, realiza projetos que vão desde tv nas nuvens, inteligência de navegação para os automóveis e para os sistemas de ruas das cidades. Ou seja ao invés de participar de luta sangrenta por ocupar o mercado com mais do mesmo, a Ericsson se debruça em caminhos inovadores que atendem desafios ainda não resolvidos que clamam por um mundo mais econômico e melhor.

Numa palestra há cerca de dois anos, Ray Kurzweil já traduzia as implicações que a mudança radical trazida principalmente pelo vetor digital impõe sobre as empresas. “Ninguém pode se acomodar, achando que o seu modelo de negócios vai continuar sem mudança”.

Adapto e aprimoro o que ele diz: Será sinal de loucura o executivo (ou empresário ou líder) que não estiver hoje pensando em como inovar, redesenhando um novo modelo de negócios para seu empreendimento ou organização.

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As 16 Gerações Brasileiras

Somos uma geração exclusiva em nosso contexto brasileiroDivulgo em primeira mão de maneira pública o que venho preparando nestes últimos anos, através de um profundo estudo do tema geracional – na Sociologia, na História brasileira (e portuguesa) e nos autores contemporâneos, Meu objetivo maior é lançar luz para que a discussão sobre Gerações tenha o respeito do contexto e das características da nossa Sociedade e Cultura. Assim de antemão rejeito as fórmulas prontas e as denominações traduzidas divulgadas em artigos superficiais.

Para me dar por satisfeito, me debrucei em cerca de 2.000 biografias, estudando as eras da nossa história desde os idos de 1600 até os dias de hoje. Peguei os nossos presidentes, os nossos senadores (desde 1826 em suas 55 legislaturas), e nossas mais diferentes figuras e personalidades (sejam os protagonistas ou os coadjuvantes). Enfim são todos aqueles que ajudaram de maneira clara a fazer o Brasil ser o que foi e o que é hoje.

Busquei os padrões, usei as ferramentas da Sociologia, os estudos específicos sobre o tema geracional. Me debrucei nos autores americanos que mais fundo percorreram na história para trazer a melhor proposta para sua história. E revi, reli, e li as mais importantes obras a explicar o Brasil – pensadores e historiadores.

As conclusões serão publicadas em formato de livro. Quem me acompanha por aqui vai saber em primeira mão as notícias e novidades dessa empreitada. Aos poucos vou revelando algumas dessas conclusões para que participemos de uma conversa mais profícua.

O livro com o título de AS 16 GERAÇÕES BRASILEIRAS – Uma Análise Contemporânea de nossas Eras e Gerações de 1683 a 2028 será lançado ainda neste semestre.

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Trocando uma letra

Criatividade é muito mais lúdica do que mecânica.

Children

Brincar é uma das formas de se chegar a novas ideias. Dentre as muitas grandes sacadas de Jobs parece que a simples troca de letra (do A pelo U), trouxe uma enorme revolução no mercado de PCs e propiciou a vinda do iPad como hoje conhecemos.

Diz a história que em seus momentos Zen – Steve Jobs ao meditar ficava perturbado pelo barulho do ventilador – ou se preferir, o (fan). Seria possível desenvolver uma máquina que não precisasse de ventilação intensiva? Seria muito mais divertido (fun)! Sair do fan e ir para o fun!

Em pouco tempo as novas máquinas da Apple teriam uma arquitetura interna que dispensaria o uso de ventilador.

A inovação pode ser muito mais simples, lúdica e divertida do que se imagina. A dica de hoje – para ser mais criativo e reinventar seus caminhos – é a recomendação de nos tornarmos mais como crianças e brincar no nosso dia a dia. Chega de sisudez. Basta de radicalismo na seriedade. Torne a sua vida mais leve, mais divertida.

E seja feliz!

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Em comemoração à Semana do Saco Cheio

Em comemoração à Semana do Saco Cheio

O que começou com uma brincadeira e se tornou uma tradição entre pré-universitários, a Semana do Saco Cheio era uma forma de aliviar a tensão de fim de ano e perspectivas de provas e exames. Antes dessa corrida final – os alunos reivindicaram uma pausa de descanso e reenergização.

Quantas organizações fazem da vida do trabalhador o Ano do Saco Cheio? Transformação no ambiente de trabalho e um radical novo jeito de administrar – é o que esta em jogo. Transformemos pois a cultura reinante, façamos a liderança se abrir para o novo e apoiemos a inovação.

Em poucas palavras: muito a fazer!

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outubro 17, 2013 · 2:23 pm